Pra variar


Que o nosso país não respeita os ciclistas todos sabemos, mas mesmo assim não deixamos de exigir este direito que Mundo afora demonstra ser viável e necessário para o futuro da civilização. Nessa matéria vemos que além de não melhorar a situação parece cada vez pior. Assistam.



Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/cafe-com-jornal/sp/video/15494464/confira-as-20-melhores-cidades-para-andar-de-bicicleta.html

Convocação para Blitz educativa do Dia Mundial sem Carro

Estamos convocando todos ciclistas e simpatizantes da mobilidade sustentavel a participar de uma blitz educativa no dia 22 de setembro, dia mundial sem carro. Este ano com o apoio da equipe de trilha junto com o ministerio público do meio ambiente faremos uma ação educativa na Avenida Fab nas imediações da praça da bandeira. A concentração se dará as 07:00 hs na praça da bandeira e ao término da blitz também se realizará mais um passeio ciclistico pelas ruas de macapá. Serão distribuidos panfletos e adesivos como este que foi postado.

Até lá



Manaus pedala...

Um movimento tem ganhado força em todo País, é a mobilidade sustentável, no ano em que ocorre a RIO+20 o tema tem-se mostrado bastante pertinente nos grande centros, isso deve-se ao fato de essa capitais estarem abarrotadas de um tudo. Os carros não são mais a melhor alternativa para o transporte privado, principalmente para quem se preocupa com as questões ambientais.

A questão da Saúde é quase uma consequência disso -  pedalar é preciso - pois atinge problemas estruturais da sociedade de modelo fordista (produzir, consumir, consumir, produzir...) um ciclo que podemos chamar de vicioso e linear.

A bicicleta, por outro lado, se apresenta justamente na contramão dessa tendência, pois quem pedala seus males espanta, a começar pela própria saúde adquirida com o hábito dessa prática, o sedentarismo hoje não é mais uma escolha e sim uma quase obrigação, a locomoção nessas cidades costuma levar muito do tempo livre do cidadão comum em busca de trabalho ou conhecimentos.

A cultura da bicicleta pode e deve colaborar com uma melhor qualidade de vida, não que todo mundo só vá andar de bicicleta, o transporte público também é saudável à sociedade, bem como o carro se faz necessário muitas vezes. O ideal está na junção desses. Um transporte conjugado, solidário e humano, com respeito a todos.

Esse é o objetivo do Movimento "Eu quero uma ciclovia", criar um espaço legítimo as frágeis bicicletas... Mas voltando ao assunto, outro vizinho caminha por um via muito interressante...

Ocorreu nos dias 19 e 20 de abril o Forum de Bicicletas de Manaus, uma iniciativa da Organização "Pedala Manaus" que desenvolve uma série da atividades voltadas ao uso da bibicleta na cidade. Uma das ações foi realizada também neste fim de semana a  "Pedalada Sustentável do Rio Negro" ondes se reuniram mais de 700 ciclistas.

O portal dessa organização está repleto de informações úteis e animadoras sobre como e por que pedalar, fica o nosso parabéns pelo sucesso da iniciativa !!!!


"Organizado pelo Pedala Manaus com suporte da Comissão de Transporte, Trânsito e Mobilidade da Assembleia Legislativa do Amazonas, o 1º Fórum de Bicicletas Manaus oferece uma oportunidade para reunir a sociedade civil, poder público e iniciativa privada para discutir a inclusão da bicicleta como meio de transporte sustentável em Manaus."

fonte: http://pedalamanaus.org/forum/

Excertos ciclisticos




"(...)inaugurada no coração de Curitiba (PR) a Bicicletaria Cultural, um centro de serviços, multi cultural e colaborativo com estacionamento exclusivo para bicicletas, conjugando apoio e serviços colaborativos com a programação artística e sócio cultural independente, palestras e cursos, ateliê e oficina de serviços específicos, além de um mini auditório com capacidade para 30 pessoas e lanches rápidos.
O espaço está localizado na rua Presidente Faria, 226, no centro da capital paranaense, ao lado do centenário edifício da Universidade Federal do Paraná (UFPR), ponto estratégico para o desenvolvimento da cultura da bicicleta.
O local funcionará de segunda a sexta, das 7h30 às 19h30 e o acesso é gratuito.
Mais informações no telefone (41) 9631-9223 ou (41) 9639-2079 ou pelo sitewww.bicicletariacultural.wordpress.com"

De ciclo em ciclo fazemos uma via


A ação que circula a  Amazônia por iniciativa do Instituto Amazônia Brasil trás a Macapá uma série de atividades que contemplam a boa e velha magrela. Hoje vai ocorrer uma rodada de filmes amazônidas no Cineclube Paraíso, e está ocorrendo no Museu Joaquim Caetano a mostra fotográfica  cujo tema é as bicicletas. 

Pedalar é possível
Casos e casos no mundo afora

Há pouco vi uma matéria na Record News sobre a cidade de Bogotá e suas estratégias que ajudaram a diminuir em até 22% as emissões de gases nocivos por veículos automotores, dentre as ações destaque para um transporte público eficiente e a maior rede de Ciclovias da América Latina.

"Em seu livro Diários de Bicicleta, o músico David Byrne diz que toda cidade expressa, em suas ruas, o que quer de seus habitantes. Se a tese for verdadeira, Bogotá espera que as pessoas se locomovam pedalando. Plana e com dezenas de parques, a capital colombiana possui 340 km de “ciclorutas”[ciclovias]. Elas passeiam por museus do centro histórico, feiras de rua da avenida Jimenez, prédios comerciais da Septima... 

Desde que as ciclovias começaram a ser construídas, em 1998, o número de deslocamentos feitos de bicicleta cresceu sete vezes. “Essa é a melhor forma de vencer curtas e medias distâncias”, dizia o então prefeiro Enrique Peñalosa. Hoje, mais de 500 mil bogotanos usam a magrela como meio de transporte. Ou a integram ao transporte público, já que vários pontos de ônibus possuem bicicletários gratuitos."
(fonte http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/bogota-ciclovias-ciclorutas-bicicleta-transporte-607561.shtml)

Colômbia - Bogotá 


Outros exemplos dentro da Macro-região amazônida têm-se mostrados eficientes no transporte alternativo, como exemplo próximo temos a ciclovia da Av. Almirante Barroso em Belém, em uma via que dá acesso ao centro da cidade, a um grande numero de trabalhadores que vão e voltam ao centro da cidade exclusivamente de bicicleta:



Pará - Belém
O projeto original inclui mais 14km de ciclovias na Rodovia Augusto Montenegro, que estão sendo construídas.

Nos países ditos mais desenvolvidos, mais especificamente na Europa, um movimento deu a partida para o uso comum/público das Bicicletas na cidade de Amsterdam:

"O mais famoso deles chama-se “Plano da Bicicleta Branca”.
  • Plano da Bicicleta Branca:
  •  Iniciada por Luud Schimmelpenninck, o plano da bicicleta branca propunha o fechamento do centro de Amsterdã a todo tipo de tráfego motorizado, incluindo motocicletas, com o intuito de elevar a freqüência de transportes públicos em mais de 40% e economizar dois milhões de florins por ano (cerca de quatro milhões de euros nos anos atuais). Taxis eram aceitos como transportes semi-públicos, mas teriam de ser elétricos e ter uma velocidade máxima de 25 m.p.h. (cerca de 40 km/h). Os Provos planejaram que o município comprasse 20.000 bicicletas brancas por ano, que deveriam ser de propriedade pública e livre para que qualquer um as utilizasse. O projeto foi rejeitado pelas autoridades responsáveis, mas os Provos decidiram seguir em frente mesmo assim. Eles pintaram 50 bicicletas de branco e as deixaram nas ruas para uso público. A polícia apreendeu as bicicletas, sob a justificativa de que elas infringiam a lei municipal que proíbe abandonar bicicletas sem prendê-las. Após as bicicletas serem devolvidas aos Provos, eles as equiparam todas com cadeados de combinação, e pintaram a combinação nas próprias bicicletas."
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Provos)

Holanda - Amsterdã


A ideia foi assim adaptada aos sistemas privados e públicos de transporte e hoje na Europa existem pontos de aluguel e integração onde as bicicletas são pegas nas ruas em pontos de acesso com cartões, algumas possuem baterias o que facilita e incentiva mais ainda o uso.

França - Paris


Exemplos não faltam, o que realmente falta é sensibilidade e iniciativa para reconhecer em nossa região que a bicicleta é o meio mais eficiente e limpo de transporte e mesmo com as dificuldades encontradas ainda é o meio usual mais popular.

Pará - Afuá

Deixo-vos com o exemplo marajoara, a poucas horas de Macapá por via fluvial, a ilha não permite qualquer transporte motorizado em suas "ruas" conhecida como a Veneza do Marajó, a população adaptou a bicicleta a todos os serviços de locomoção terrestre, como o famoso bicitaxi em que o passageiro contempla a bela vista confortavelmente. 





MINISTÉRIO PÚBLICO ADERE À CAMPANHA “EU QUERO UMA CICLOVIA”.

A sociedade civil amapaense tem buscado a implementação da Lei Estadual 1247, de22 de julho de 2008 que dispões sobre o Sistema Cicloviário no Estado do Amapá. O movimento denominado "eu quero uma ciclovia" tem chamado atenção para a insegurança no transito para os ciclistas e a necessidade de serem implantadas ciclovias no municipio de Macapá.
O ministerio Público do Estado do Ampá por meio da Promotoria de Justiça de Meio Ambiente, Conflitos Agrarios, Habitação e Urbanismo (PRODEMAC), diante dos fatos divulgados pelo movimento da sociedade civil instaurou procedimento admisntrativo objetivando levantar informações sobre a efetividade da Politica Nacional de Mobilidade por Bicicleta (Bicicleta Brasil), da legislação estadual e municipal que tratam do uso da bicicleta como transporte adequado e seguro.
Para o promotor de justiça Marcelo Moreira, apesar da bicicleta ter sido eleita pela Organizações das Nações Unidas (ONU) como transporte mais ecologicamente sustentável do planeta, e em macapá a realdade tem demostrado que o uso da bicicleta ainda é arriscado e tem posto em risco a vida de muiitos ciclistas que utilizam a bicicleta como meio de locomoção ou esporte. A construção de ciclovias é apenas uma das exigências da legislação.
Além da Lei Estadual das ciclovias, plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Macapá, Lei complementar 026/2004-PMM de 20 de janeiro de 2004, estabelece em seu artigo 19, inciso IV, que dentre as diretrizes setoriais para a melhoria da mbilidadena cidade de Macapá está a "inmplantacão de ciclofaixas ou ciclovias, garantindo a segurança dos ciclistas e incentivando o turismo sustentável através da utilização de bicicletas como uma opção de circulação dentros da cidade de Macapá.
Em acatamento e respeito à reinvindicação da sociedade, o Ministério Público expediu a Recomendação n 006/2011 na qual requer que o municipio de Macapá e o Estado do Amapá adote uma politica municipal de uso da bicicleta, onde seja respeitado o direito de todos a um transporte seguro, ecologicamete correto e economicamente acessivel a todos.

Esta noticia foi enviada pelo Promotor Marcelo Moreira que aderiu a nossa causa e instaurou o processo. Segundo ele o Ministério público também quer uma ciclovia.

Valeu Marcelo.

Replicando informações:

Vejam algumas matérias correlatas sobre o movimento e outras fotos do II Passeio. Em mídias físicas tivemos algumas inserções em jornais impressos e televisivos... 


Essa causa ganha força quando percebe-se que o futuro é inevitável:




"Uma ciclovia é um espaço especifico para a circulação de pessoas utilizando bicicletas. Há vários tipos de ciclovia, dependendo do local e do tráfego de automóveis. O coordenador do movimento afirmou que a via faz parte do direito de ir e vir. Além de atender a uma demanda global, que garante ao meio ambiente uma forma de transporte limpa e saudável."
"EU QUERO UMA CICLOVIA é um movimento muito justo e eu apoio meus colegas pedaladores. Entrem e vejam as boas idéias sobre duas rodas!"
"Passeio Ciclístico “Eu Quero uma Ciclovia”Sábado, 24 – Concentração às 16h, no Monumento Marco Zero do Equador"
"Aconteceu nesse fim de semana a segunda edição do passeio ciclístico "eu quero uma ciclovia"."
"De acordo com Henrique Gomes [Companheiro Ciclista] , o Eu Quero Uma Ciclovia é idealizado inteiramente pela sociedade civil, que se organizou e fundou o movimento há alguns anos. Mas o coordenador afirmou que o movimento só ganhou força em 2010, quando foi realizado o I Passeio Ciclístico Eu Quero Uma Ciclovia."
"No Dia Mundial Sem Carro e Semana de Trânsito, órgãos ligados ao trânsito local, estudantes e sociedade civil estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira, 22, no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, para tratar da mobilidade urbana sustentável, impulsionados pelo Movimento "Eu Quero Uma Ciclovia""
"Para a estudante Sofia de Freitas, mais movimentos deveriam acontecer. "Ando de bicicleta todos os dias e os pedestres e motoristas nem sempre respeitam o nosso espaço, por isso as ciclovias são uma necessidade""
"Famílias participaram do passeio em prol de ciclovias"

Obrigado a tod@s, contamos sempre com vosso apoio pela justa causa da segurança no trânsito da bicicletas em espaços próprios:


- Queremos Ciclovias!!! 



"Sonho que se sonha junto é realidade"


O segundo Passeio Ciclístico veio mostrar que nunca se está sozinho na estrada, principalmente quando se trata de uma causa justa em uma cidade amazônida, antenada as tendências por um 
Mundo limpo e saudável


A exemplo da bicitaxi, comum na cidade de Afuá, onde não trafegam veículos motorizados, nossa Macapá reuniu um grupo considerável em prol da causa das ciclovias, as margens do Rio Amazonas na boa brisa do entardecer fizeram valer o coro de uma só voz pelas presentes e futuras gerações.


Ao movimento também se juntaram grupos e indivíduos que pedalam desde o primeiro passeio ciclístico da causa das ciclovias, e mesmo antes deste, num hábito que o ditado popular reforça: "é como andar de bicicleta", depois que se aprende, não se esquece mais.


Entidades como o Museu Sacaca, Equipe das Trilhas, Semana de Trânsito, Palhaç@s, Juventude, Melhor Idade - buscando segurança para este instrumento de paz, que muitas vezes é vitimado pela guerra em que o trânsito tem sido transformado, ciclovias são uma demanda urgente...


Mais um passo foi dado, ou melhor, uma pedalada. Dessa vez o movimento fechou uma pista, não com a intenção de prejudicar ninguém, mas pela proporção do volume de pessoas, que não podem mais ser desprezadas - eis que a bicicleta é o meio de transporte que se apresenta com maiores benefícios em curtas distâncias e com a cidade em crescimento exponencial, deve ser planejada com bem estar para tod@s.



O movimento ganhou grande e pequenos aliados nessa etapa e espera-se que a chama acendida se espalhe nos quatro cantos da cidade e do estado, podendo servir de modelo para um Mundo melhor, continuaremos na estrada reivindicando espaços de cidadania e liberdade, ir e vir em segurança e Paz.  


Até mais,




fotos: Gavin Andrews

Chamada pública para a criação do movimento "eu quero uma ciclovia"

No dia 22 de setembro as 10:00 horas realizaremos a reunião de criação do movimento eu quero uma ciclovia para formalizar o movimento nos moldes de uma associação. Será discutido estatuto, definido a diretoria e assinado a ata. Esta iniciativa surgiu da necessidade de dialogar com o setor público como sociedade civil organizada. Com a criação de uma pessoa juridica temos também como angariar recursos públicos para desenvolver ações como o passeio ciclistico, fóruns de discussões e outros. Convidamos o pessoal que já está o movimento e aqueles que queiram aderir a causa. Lembrando que este dia é o dia internacinal sem carro então devemos pensar bem como se deslocar até lá, eu vou de bicicleta.

Fórum de discussão sobre mobilidade sustentável no Amapá





No dia 22 de Setembro ,dia internacional sem carro, realizaremos um fórum de discussão sobre o transito com a presença de varios gestores do transito em Macapá. Foram convidados a participar desta discussão a empresa municipal de transito EMTU, O Departamento Estadual de Transito DETRAN, a Secretaria de Estado de transporte SETRAP e o ministério público. Este forum tem como objetivo debater a mobilidade sustentável no transito e dar esclarecimentos á sociedade sobre o que os gestores planejam com relação a esta politica. Também aproveitamos este momento para formalizar o movimento "eu quero uma ciclovia"(próxima postagem). Vamos reinvindicar e discutir a nossa ciclovia de forma participativa. Nós temos a nossa proposta vamos ver o que eles tem para nos dizer. O evento acontecerá as 9:00 horas no Centro de Convenções do Estado.

II passeio ciclistico "eu quero uma ciclovia"

Dia 24 de Setembro as 16:00 horas realizaremos mais um passeio ciclistico "eu quero uma ciclovia". Este evento tem como objetivo chamar a atenção do poder publico e da população para a necessidade da implantação de um sistema cicloviário na cidade de Macapá. O percurso realizado tradicionalmente se dá a partir do Monumento do Marco Zero do Equador e segue em direção á Fortaleza de São José. Contamos com o apoio da EMTU para escolta de batedores e uma unidade do SAMU para a segurança. Ao final do passeio será realizado um pic nic e uma bicicleta será sorteada. Para participar do sorteio é preciso fazer uma inscrição via internet enviando o nome e e-mail para euqueroumaciclovia@gmail.com ou através de mensagens a este blog. o Serão aceitas incrições durante a concentração as 16:00 antes da partida. Pretende-se também durante o evento arrecadar assinaturas do abaixo assinado que reivindica mais ciclovias em Macapá.
Vamos pedalar juntos em direção a nossa ciclovia.

Exemplo de ciclofaixa em Ribeirão Preto SP

Feita no último final de semana a ciclofaixa representa um sonho ainda distante para nós, macapaenses. Em alguns pontos da cidade existem espaços que seriam para tal fim, mas são ocupados irregularmente com ambulantes, acostamento, entre outros. A cidade como vemos é uma desordenação só, em horários de pico então, nem se fale. Como ser um modelo amazônico sem respeito a diversidade e a população mais carente que é a que se vale da bicicleta como meio de transporte, ainda mais com o aumento da passagem de R$1,90 para R$2,30 em Macapá?

As obras da ciclovia da Zona Norte foram retomadas e seremos os primeiros a divulgar sua implantação quando inauguradas, teremos uma vitória mas o que se quer é que todos em seus bairros estejam contemplados com vias ciclísticas, de preferencia ciclovias para ter uma alternativa de saúde e em consonância com o meio ambiente. Isso é urgente e virá por que não nos calaremos até que aconteça, está na Lei e que se cumpra!!!

Um exemplo a ser seguido. O caso Natal.

O blog Rapadura Biker que acabei de econtrar numa busca por cicloativismo demonstra que somos agentes da mudança de mentalidade e de como pode-se buscar um vida saudável em equilíbrio com meio ambiente. Reproduzo aqui trecho da postagem de título:

Audiência Pública: "A importância de Ciclovias em Natal"

(...)Na porta da Casa do Povo foi emocionante encontrar diversos colegas ciclistas cheios de expectativas. Também foi um pouco estranho ver os ciclistas com roupas "normais", mas o dia e horário reservado à audiência foi um pouco complicado, de modo que muito tiveram que sacrificar suas atividades diárias, pois a causa era muito boa.Seguimos para o Plenário e aos poucos as tribos foram chegando: ACIRN, Rapaduras, Bike Tirol, Bicicletada, Federação Norteriograndense de Ciclimo, empresários, políticos, ativistas ambientais, dentre outros. Destaque para a turma da Bicicletada, todos simbolicamente enlutados em razão do recente atropelamento fatal de mais um ciclista.(...)

PORQUE PRECISAMOS DE CICLOVIAS




Ontem nos deparamos com a noticia de um empresário que foi atropelado e morto quando pedalava para o trabalho em São Paulo. Os cilcloativistas ligados na internet imediatamente se mobilizaram e fizeram um protesto muito interessante, pintaram faixas indicativas no local para evitar próximos acidentes. Aqui em Macapá, diferente de São Paulo, quem mais utilizam as bicicletas são trabalhadores e familias como esta da foto. Não são empresários, ativistas e tampouco utilizam a internet. Eles usam a bicicleta não por motivação ideologica ou ecologica como no caso do empresário e sim por não haver outra alternativa.

A ultima postagem se refere a um acidente que vitimou um ciclista na rodovia J.K. No Amapá só neste começo de ano 8 ciclistas foram mortos de forma violenta no transito (ver site do bolero neto). Precisamos ciclovias não só para poupar vidas daqueles que já se utilizam deste meio de transporte mas também para incentivar que outras pessoas também comecem a usar a bicicleta. Macapá é uma cidade plana, com ar limpo perfeita para se andar de bicicleta não vamos deixar os carros tomarem conta do transito. Vamos acreditar nas palavras do governador que prometeu melhorias no sistema cicloviário de Macapá mas é fundamental acompanhar o processo e cobrar.


A luta companheiros ciclistas e cuidado no transito.

Informe: O abaixo assinado foi protocolado na SETRAP em maio e aguardamos uma audiencia com o secretário.

MAIS uma história TRISTE

"O homem que dirigia um carro Corsa Hatch de cor cinza e que no início da manhã de domingo (15) atropelou duas pessoas que seguiam de bicicleta pela rodovia Juscelino Kubstcheck (JK). O atropelamento ocorreu por volta de 5h40 da manhã. O motorista fugiu sem prestar socorro às vítimas. O garçom Kenisson de Barros Porfírio, 19 anos, morreu na hora. Seu tio, Robson Porfírio, 34 anos, que também foi atingido, teve fraturas múltiplas, mas sobreviveu.

Na delegacia, o acusado prestou depoimento ao delegado Adelto Gomes que preside o inquérito criminal. O delegado disse ontem, por telefone, que ele declarou estar seguindo no sentido Fazendinha/Macapá em velocidade de aproximadamente 70 km/h na companhia de um amigo. No trecho do acidente ele teria se deparado com as duas vítimas que teriam tentado atravessar a pista.

Declarou ainda ao delegado que chovia muito no momento do acidente e que não houve tempo para qualquer reação. Em seguida ao depoimento foi liberado para responder ao inquérito em liberdade. Também apresentou o carro envolvido no atropelamento que está sob custódia da Delegacia de Acidentes.

"Essa foi a versão apresentada. Já instaurei o inquérito e agora passo a ouvir as testemunhas do caso. Também vou aguardar pelo laudo pericial da Politec que vai determinar exatamente como e em que momento o atropelamento aconteceu. Nesse momento ele responde por homicídio e lesão dolosa" declarou o delegado Adelto.

Um socorrista do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) , que disse ter participado do resgate, relatou que as vítimas estavam no acostamento no momento do atropelamento, e não no meio da pista. Outra testemunha ouvida ontem pelo delegado disse que os dois homens estavam empurrando a bicicleta, e não montado sobre ela como chegou a ser noticiado inicialmente. "tudo será devidamente apurado e logo a sociedade terá uma resposta concreta" disse o delegado."

recebi por e-mail essa notícia que serve de aviso sobre o perigo que corremos ao usar bicicletas na estrada sem espaço apropriado...

Fonte original (Diário do Amapá de 18 de maio de 2011)

fiz algumas modificações para não citar o nome do motorista.

Por onde andam os ciclovistas?

Pelas bandas do fim do ano passado, participei de um passeio ciclistico muy arriscado por Macapá com o povo do movimento “Eu quero uma Ciclovia em Macapá” que andou pela orla de Macapá e fez uma atividade muito bacana, com direito a lanche e sorteio de brindes para paramentar a bicicleta, com todos os participantes e transeuntes que se aproxegaram.

Muito arriscado porque infelizmente em nossa bela cidade não existe estrutura para podermos nos locomover de bicicleta de forma minimamente segura. Tanto que o passeio gerou muitos transtornos na tão bela e apertada Av. Beira Rio, por sorte tivemos apoio da polícia que nos acompanhou, evitando acidentes durante o percurso.

De lá pra cá, a situação não mudou em nada basicamente, o que fez eu aposentar minha magrela e ficar 100% no circuito indoor de trânsito amapaense. Mas pelo que ouvi falar o papo mudou, os tempos são outros, sem PF servindo pistola semi-automática de café da manhã pros politicos e sem previsão de diárias para estadia na Papuda. Aliás, eu me recordo que o nosso novo governador, quando concorria para prefeito, falou algo sobre uma ciclovia né? Bueno, acho que está na hora dos marginalizados ciclistas se reunirem novamente e fazerem um passeio pela FAB, cruzando todas aquelas Secretarias que agora parecem se abrir para boas iniciativas que prezem pela melhoria de nossa qualidade de vida.

texto : Graciliano
fotos Daniel de Andrade Simões

Mais fotos



Recentemente obtive essas fotos com Maksuel... A idéia era justamente postá-las. Parabéns a tod@s.

A realização do Passeio ciclistico "eu quero uma ciclovia " foi um sucesso e contou com a participação de 42 ciclistas dispostos a sair em um sabado de muito sol e calor para reinvidicar uma causa que não é so deles e sim de toda população que se utiliza deste meio de transporte. Gostaria de agradecer a todos que participara e ajudaram a organizar este passeio. Esta é a unica foto que fiz durante o sorteio da bicicleta na Praça do Forte tendo como ganhadora a ilustre Julinha.
Valeu pessoal ano que vem vamos fazer uma ainda maior.

Federação de ciclismo apoia o movimento


A federação de ciclismo do Amapá apoia o movimento de criação de ciclovias em Macapá e levam o nosso abaixo assinado as provas de ciclismo. Durante estes eventos ciclcistas de todo Brasil se sensibilizam com a nossa causa e nos dão apoio. No detalhe o nosso representante mais conhecido, Sebinho participante da prova, assina a nossa petição.

Abaixo Assinado

Está sendo veiculado um abaixo assinado endereçado a Secretaria de Transporte do Estado do Amapá SETRAP para que seja cumprida a lei 1247, de 22 de julho de 2008 (ver postagens anteriores). Esta lei institui que todos os municipios do Estado criem um sistema cicloviario e no entanto nem a capital mobiliza-se para tanto. Como vivemos em uma democracia estamos juntando algumas assinaturas em escolas, faculdades, bicicletarias e outras instituições que serão encaminhadas ao secretário para que ele se prouncie. Caso esta ação nao seja efetiva não vejo outra alternativa se não a desobediência civil. Não podemos mais esperar. No mês passado, segundo o reporter policial Bolero Neto, houve duas mortes de ciclista no Estado. Quantos mais terão de morrer. Contribuam com este abaixo assinado divulgando-o. Os ciclistas agradecem.



Abaixo-Assinado: Pela construção de ciclovias no perímetro urbano de Macapá:
Destinatário: Setrap- Secretaria de transportes do Estado do Amapá


Nós, abaixo assinados, solicitamos ao SETRAP a inclusão de ciclovias no projetos de reforma das principais via de acesso do município.
Está em vigor a lei LEI Nº. 1247, DE 22 DE JULHO DE 2008 que estabelece que todos os municípios do estado devem possuir um sistema cicloviário.

Nós entendemos que a saturação do tráfego no trecho em questão justifica a sua duplicação de algumas vias, entretanto defendemos enfaticamente que seja construída infraestrutura adequada para o uso da bicicleta com conforto e segurança, tendo em vista que:


  • A bicicleta é um meio de transporte muito eficiente em trechos de até 7 km.

  • O uso da bicicleta melhora a fluidez do trânsito e diminui a pressão sobre o sistema viário local;- Centenas de pessoas atualmente se deslocam de bicicleta na região, correndo graves perigos no trânsito;

  • Existe uma demanda reprimida de ciclistas na região, ou seja, muitas pessoas gostariam de usar a bicicleta, mas não o fazem devido à falta de segurança no trânsito;

  • A bicicleta oferece autonomia de deslocamento urbano, melhora a saúde do usuário e contribui para a diminuição dos danos ambientais.



Por assim entendermos, solicitamos que seja construída uma ciclofaixa em cada margem diereita das principais vias de acesso próximo ao centro nas vias rodovias ciclovias segregadas das vias de veículos motorizados, seguindo padrões técnicos (dimensionamento, pavimento, sinalização, intersecções etc.) disponíveis no “Caderno de Referência para elaboração de Plano de Mobilidade por Bicicleta nas Cidades” (Brasil/Ministério das Cidades, 2007).Demais informações sobre o projeto estão disponíveis em; http://euqueroumaciclovia.blogspot.com/

Poposta de Sistema Cicloviário para Macapá


Companheiros ciclistas, chega de esperar, precisamos de uma ciclovia. Nosso movimento não é só oba oba temos uma lei aprovada (ver postagens anteriores) e temos uma propsota de um sistema cicloviário (figura). Pecisamos nos organizar e realizar intervenções para que mais pessoas saibam do movimento e contribuam. EUQUEROUMACICLOVIA e eu quero que esta sirva para o todos e principalmente àqueles que se arriscam diariamente para se locomover sustentávelmente neste meio de veículos automotores. Esta é então a nossa proposta e não vamos sussegar até que esteja completa.


Valeu.

Fazendo a faixa


Pra quem dispor de recursos segue a imagem-dica da ciclofaixa que acompanha a bicicleta por meio de projeção luminosa... mas quando digo: EU QUERO UMA CICLOVIA, não se restrinje a esse tipo de alternativa, uma vez que sem respeito nada segura a fúria de um carro.

violência no trânsito

No Amapá ocorreram 29 óbitos, sendo 16 em Macapá, 03 na Rod. Serra Duca, 02 na Rod. JK, Laranjal do Jari e Rod. BR-15601, nas localidades de Pedra Branca, Curiaú, Vitória do Jary, Oiapoque. Destes 23 do sexo masculino e 6 do sexo feminino: 10 pedestres, 07 motoqueiros, 07 ciclistas e 05 de carros.
Obs: No ano passado foram 25 óbitos, 12 em Macapá, mas também podem ser chamados de homicídios, uma vez que nada explica tirar a vida de outra pessoa pela afirmação da soberania das máquinas sobre a vida humana, uso indiscriminado da força economica, do consumo

Estatísticas entre 01/01 a 28 /05/09 (fonte bolero neto)

Lei da ciclovia

Referente ao Projeto de Lei n. º 0138/07-AL
LEI Nº. 1247, DE 22 DE JULHO DE 2008.
Publicada no Diário Oficial do Estado nº 4299, de 27.07.08


Dispõe sobre a criação do Sistema Cicloviário no Estado do Amapá e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO AMAPÁ,

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Amapá aprovou, o Governador sancionou tacitamente e eu, nos termos do disposto no art. 107, § 4º, da Constituição Estadual, promulgo a seguinte Lei:

Art. 1º. Fica criado o Sistema Cicloviário do Estado do Amapá, como incentivo do uso de bicicletas para o transporte no Estado, contribuindo para o desenvolvimento de mobilidade sustentável.
Parágrafo único
- O transporte por bicicletas deve ser incentivado em áreas apropriadas, e abordado, como modo de transporte para as atividades do cotidiano, devendo ser considerado modal efetivo na modalidade da população.
Art. 2º
. O Sistema Cicloviário do Estado do Amapá será formado por:
I - rede viária para o transporte por bicicletas, formada por ciclovias, ciclo faixas, faixas compartilhadas e rotas operacionais de ciclismo;
II - locais específicos para o estacionamento: biciletários e paraciclos.

Art. 3º
. O sistema cicloviário do Estado do Amapá deverá:
I - articular o transporte por bicicleta com o sistema integrado de transporte de passageiros, viabilizando os deslocamentos com segurança, eficiência e conforto para o ciclista;
II - implementar Infra-Estrutura para o trânsito de bicicletas e introduzir critérios de planejamento para a implantação de ciclovias ou ciclofaixas nos trechos de rodovias em zonas urbanizadas, nas vias públicas, nos parques e em outros espaços naturais;
III - implantar trajetos cicloviários onde os desejos de viagem sejam expressivos para a demanda que se pretende atender;
IV - agregar aos terminais de transporte coletivo urbano infra-estrutura apropriada para a guarda de bicicletas;
V - promover atividades educativas visando a formação de comportamento seguro e responsavel no uso da bicicleta e, sobretudo no uso do espaço compartilhado;
VI - promover o lazer ciclístico e a conscientização ecológica.

Art. 4º
. Caberá ao Departamento de Estadual de Trânsito - DETRAN e a Secretaria de Infra-estrutura do Estado do Amapá – SEINF, em conjunto com a Secretaria Estadual do Meio ambiente - SEMA, consolidar, num programa de implantação o Sistema Cicloviário do Estado do Amapá.
Art. 5º
. A ciclovia será constituída de pista própria para a circulação de bicicletas, separada fisicamente do tráfego geral, atendendo o seguinte:
I - ser totalmente segregada da pista de rolamento do tráfego geral, calçada, acostamento, ilha ou de canteiro central.
II - poderão ser implantadas na lateral da faixa de domínio das vias públicas, no canteiro central, nos parques e em outros locais de interesse;
III - ter traçado e dimensões adequados para segurança do tráfego de bicicletas e possuindo sinalização de trânsito específica.

Art. 6º
. A ciclovia consistirá de uma faixa exclusiva destinada à circulação de bicicletas, delimitada por circulação específica, utilizando parte da pista ou da calçada. A ciclovia pode ser adotada quando não houver disponibilidade de espaço físico para a construção de uma ciclovia, recurso financeiros ou necesssidade de segregação em função das condições de segurança de tráfego, bem como quando as condições físico-operacionais do tráfego motorizado forem compatíveis com a circulação de bicicletas.
Art. 7º
. A faixa compartilhada poderá utilizar parte da via pública, desde que devidamente sinalizada, permitindo a circulação compartilhada de bicicletas com o trânsito de veículos motorizados ou pedestres, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro.
Art. 8º
. Os terminais, os edifícios públicos, as empresas, escolas, centros de compras, centros de abastecimentos, condomínios, parques e outros locais de grande afluxo de pessoas, deverão possuir locais para estacionamento de bicicletas, bicicletários e paraciclos, como parte da infra-estrutura de apoio a esse modal de transporte.
Parágrafo único
. O bicicletário é o local destinado para o estacionamento de longa duração de bicicletas e poderá ser público ou privado. O paraciclo é o local destinado ao estacionamento de bicicletas de curta e média duração em espaço público, equipados com dispositivos para acomodá-las.
Art. 9º
. A elaboração de projetos e construção e praças e parques, deverá contemplar o tratamento cicloviário nos acessos e no entorno próximo, assim como paraciclos no seu interior.
Art. 10
. O Departamento Estadual de Trânsito - DETRAN e a Secretaria de Infra-esturtura do Estado do Amapá - SEINF, deverá estimular a implantação de locais reservados para bicicletários, nos terminais de ônibus metropolitanos e estação de trem.
Parágrafo único
. A segurança do ciclista e do pedestre é condicionante na escolha do local e mesmo para a implantação de bicicletários.
Art. 11
. As novas vias públicas, construídas com recurso do Estado ou em parceria com as prefeituras dos municípios, incluindo pontes, viadutos e túneis, deverão prever espaços, destinados ao acesso e circulação de bicicletas.
Art. 12
. O Governo do Estado poderá implantar ou incentivar a implantação de ciclovias ou ciclofaixas no terrenos marginais aos trechos urbanos, de interesse turístico, nos acessos às empresas, comerciais e institucionais, quando houver demanda existente e viabilidade técnica.
Art. 13. A implantação e operação dos bicicletários fora de via pública, com controle de acesso, poderão ser executadas pela iniciativa privada, sem qualquer ônus financeiro para o Estado, exigindo a prévia aprovação pelo órgão estadual de trânsito.
Art. 14
. Nas ciclovias, ciclofaixas e locais de trânsito compartilhado poderá ser permitido, de acordo com a regulamentação pelo Departamento Estadual de Trânsito, além da circulação de bicicletas:
I - Circular com veículos em atendimento a situações de emergência, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro e respeitando-se a segurança dos usuários do sistema cicloviário;
II - utilizar patins, patinetes e skates, nas pistas onde sua presença não seja expressamente proibida;
III - circular com o uso de biciletas, patinetes ou similares elétricos, desde que desempenhem velocidades compatíveis com a segurança do ciclista ou do pedestre onde exista trânsito partilhado.

Art. 15
. O Departamento Estadual de Trânsito, deve manter ações educativas com o objetivo de promover padrões de comportamento seguros e responsáveis dos ciclistas, assim como deverá promover campanhas educativas, tendo como público alvo os pedestres e o condutores de veículos, motorizados ou não, visando divulgar o uso adequado de espaços compartilhados.
Art. 16
. Os eventos ciclísticos, utilizando via pública, somente podem ser realizados em rotas, dias e horários autorizados pelo Departamento Estadual de Trânsito - DETRAN, a partir de solicitação expressa formulada pelos organizadores do evento.
Art. 17
. As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 18
. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Macapá – AP, 22 de julho de 2008.